14.5.09

APERCEBENDO-ME


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Hoje eu sei que quem me deu a idéia de uma nova consciência e juventude. Tá em casa, guardado por Deus contando vil metal...Já faz tempo eu vi você na rua, cabelo ao vento, gente jovem reunida. Na parede da memória, essa lembrança é o quadro que dói mais.
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Nossos ídolos ainda são os mesmos, e, as aparências não enganam não. Você diz que depois deles, não apareceu mais ninguém.

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Minha dor é perceber que apesar de termos feito tudo o que fizemos, ainda somos os mesmos e vivemos COMO OS NOSSOS PAIS.
(Recortes da música, COMO NOSOS PAIS, Belchior)

10 comentários:

Miguel disse...

Jacinta querida, será que todos somos mesmos como nossois pais?
Não saberia responder este quesito mas saberia dizer que a musica é de uma beleza impar.
Valeu a lembrança

FERNANDA & POEMAS disse...

QUERIDA JACINTA... ADOREI A POSTAGEM...
ABRAÇOS DE CARINHO,
FERNANDINHA

Eurico disse...

Somos o que nos fizeram ser. Assim se perpetua a civilização. O que estamos fazendo dos nossos pequenos?

Madalena Barranco disse...

Ah, Jacinta querida,

Sim, mas mesmo assim conseguimos ser um pouquinho diferentes, não é mesmo?

Muito beijos.

Jens disse...

Oi Jacinta.
No fundo, nada muda, tudo se recicla. Os que virão depois de nós serão quase iguais. Quase.
Um beijo.

Beti Timm disse...

Moça dos olhos lindos,

tentamos não ser iguais por um motivo de identidade, mas carregamos inevitávelmente suas heranças, algumas boas outras não. Mas certamente somos uma extensão deles.

Beijos

Opuntia disse...

Gosto muito dessa música. Belchior nos dá aí um puxãozinho de orelha.

Bjos

APPedrosa disse...

Cada vez me acho mais parecida com minha mãe. E gosto bem disso. Beijos

Cris disse...

Oi, Jacinta, querida,

Eu diria que ainda somos os mesmos como nossos pais e tentamos não viver como eles...

Beijos

ocasodoacaso disse...

Ser como nossos pais é molde inevitável!
Difícil é ser quem se é!
Bjsss Jacinta!